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Renova Energia se reposiciona no mercado de geração e centralizará em negócios com as fontes eólica e solar

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São Paulo, setembro de 2021 – A Renova Energia é uma das precursoras no Brasil da geração de energia renovável. A empresa foi a principal referência no setor e agora anunciou que está se reposicionando no mercado retomando sua vocação inicial de geradora por meio da fonte eólica, da qual detém 5 GW em projetos em andamento. Projetos solares também serão alvo de investimentos da empresa que atualmente possui um pipeline extremamente atrativo. 

O novo posicionamento da Renova ocorre em um momento que o Brasil atravessa a maior crise hídrica dos últimos 90 anos, conjuntura que favorece aportes em empreendimentos de outras fontes. Para se concentrar nos negócios eólicos e solares, a empresa vendeu recentemente seus ativos em PCHs e a transação injetará entre R$ 230 milhões e R$ 250 milhões no caixa da geradora de energia. O negócio está previsto para ser concluído até o fim de 2021. “Os recursos serão direcionados para os projetos que a companhia possui em carteira e para finalizar a construção parque eólico Alto Sertão III, que encontra-se com 90% das obras concluídas”, destaca Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia.

“O Alto Sertão III terá 430 MW mas a subestação que temos tem capacidade de escoamento de 1 GW, podemos agregar outros projetos na mesma subestação e ainda teremos nosso centro de operações”, declarou Marcelo Milliet, CEO da Renova, em entrevista ao Canal Energia. Segundo o executivo as obras estão ocorrendo conforme o cronograma e o cenário atual contribui para que órgãos ambientais e reguladores contribuam com a celeridade dos processos de aprovação do empreendimento. A previsão é que o Alto Sertão III comece a gerar agora em outubro e, até dezembro deverá atingir 170 MW de potência. O funcionamento pleno do parque eólico está previsto para abril de 2022 quando produzirá 430 MW de capacidade.

A execução do plano de negócio permitirá que a geradora de energia retome os investimentos em um setor no qual sempre foi sua vocação natural.

Safra dos ventos contribui para manter abastecimento de energia do Brasil

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São Paulo, setembro de 2021 – O segundo semestre do ano é considerado o período com os melhores ventos no Brasil e os meses de junho a novembro são o ápice do que o mercado classifica como safra dos ventos. Especialmente neste ano que o país atravessa uma das mais severas crises hídricas de sua história, a fonte eólica tornou-se imprescindível para garantir o fornecimento de energia. 

Durante a safra dos ventos, o país registra recordes de geração e em agosto deste ano não foi diferente. A fonte gerou 11.680 MW médios assegurando 104,4 de toda a demanda da região nordeste que foi atendida pela energia dos ventos, segundo dados do Operador Nacional do Sistema (ONS). Atualmente, a geração eólica é responsável por mais de 10% da energia  injetada consumida no Brasil e a expectativa é que durante este período de ventos mais constantes e fortes a fonte aumenta a participação na matriz se aproximando de 20%. 

“Nós vamos expandir a capacidade instalada para 30 GW até 2024. Isto, com base em contratos de leilões já realizados e obras em andamento, não são apenas expectativas. Temos adicionado, em média, 3 GW de capacidade instalada por ano”, afirma Élbia Gannoum, presidente da Associação Brasileira de Energia Elétrica (Abeeólica).

“A capacidade contratada da fonte eólica, segundo dados da Abeeólica, é de 10,9 GW, provenientes de 305 empreendimentos, esses números evidenciam que a geração por meio dos ventos permanecerá sendo estratégica para o Brasil nos próximos anos”, adianta  Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, uma das pioneiras na geração eólica no país. O executivo arremata que o investimento na diversificação da matriz foi fundamental para garantir o abastecimento do país em meio a atual crise de hidroeletricidade.

Temor de racionamento de energia acelera investimentos na fonte eólica no Brasil

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São Paulo, setembro de 2021 – O baixo nível dos reservatórios é o principal tema na pauta do setor de energia. Na prática, a maior crise hídrica dos últimos 90 anos já está impactando a economia como um todo e para mitigar os reflexos de um possível racionamento, as geradoras de energia intensificam os planos de investir em empreendimentos das fontes renováveis, principalmente a eólica que hoje já representa mais de 10% de toda energia injetada no Sistema Interligado Nacional (SIN). 

A Renova Energia, empresa pioneira na geração por fontes renováveis, possui um portfólio de projetos de 5 GW todos eólicos e localizados no Nordeste, região que concentra 80% dos empreendimentos desta fonte. A empresa, que atua no setor há mais de uma década é proprietária também de uma subestação de transmissão na região com capacidade para escoar 1 GW de energia. “A companhia está preparada para realizar transações envolvendo os projetos que possui em carteira e a atual crise de hidroeletricidade tem favorecido negócios envolvendo ativos renováveis”, pontua Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia.

Segundo Marcelo Milliet, CEO da Renova, em entrevista ao Canal Energia, a companhia focará sua atuação na geração de energia renovável, principalmente das fontes eólica e solar. “Temos mapeados projetos em termos de energia solar e um deles inclusive em Caetité, região que além de vento é rica em recursos solares. Além disso há sinergias. Alto Sertão III terá 430 MW mas a subestação que temos tem capacidade de escoamento de 1 GW, podemos agregar outros projetos na mesma subestação e ainda teremos nosso centro de operações”, disse o executivo ao veículo de comunicação. “Estamos olhando no entorno do NE onde há potencialidade de investimentos em solar, mas esse de Caetité deve ser o primeiro”, complementou.

Além da Renova outras empresas estão direcionando seus investimentos para a geração eólica e segundo estimativas da Abeeólica, associação que representa o setor, entre 2011 a 2020 a indústria já investiu US$ 35 bilhões no Brasil e o temor do racionamento de energia promete atrair ainda mais interessados em negócios com a fonte.

Geração renovável suporta a demanda de energia no Brasil

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A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021

São Paulo, agosto de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no País. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.

Renova Energia recebe Licença Prévia do Inema para empreendimentos eólico e solar na Bahia

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Localizado no centro-oeste do Estado o projeto será composto por 14 parques eólicos que juntos somam 576 MW de potência

Outubro de 2021 – A Renova Energia, pioneira na geração de energia renovável no Brasil, obteve a Licença Prévia do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) da Bahia para desenvolver e implantar o Complexo Eólico Barra, que possui potencial de geração de 576 MW. A decisão do órgão ambiental permite uma avanço relevante na estratégia da Renova rumo à consolidação de seu pipeline que abrange ativos com potencial de geração de 6 GW de energia, em toda a região Nordeste, reconhecida internacionalmente pela qualidade de seus ventos.

Na prática, a Licença Prévia (LP) significa que o órgão ambiental aprovou a localização e concepção do empreendimento em fase preliminar do planejamento atestando sua viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes que devem ser atendidos nas próximas fases de sua implantação. “A obtenção da Licença Prévia é uma etapa importante para a estratégia de expansão da Renova e reforça o portfólio dos projetos da companhia que tem potencial de geração de 6 GW de energia renovável”, assinala Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia.

Localizado no centro-oeste da Bahia, o Complexo Barra será composto por 14 parques eólicos e estará numa região que está a 1 km do bay de conexão da Chesf. A Renova conquistou também a Licença Prévia junto ao INEMA para implantação de um segundo parque solar, na cidade de Caetité, no sudoeste da Bahia que possui potencial de geração de 127,5 MW. “As duas licenças consolidam a estratégia da companhia de focar na geração de energia eólica e solar. A geradora obteve ainda a confirmação que seus projetos em desenvolvimento possuem margens de escoamento compatíveis às suas capacidades nas regiões que estão alocados”, afirmou Marcelo Millet, CEO da Renova, em nota enviada ao Canal Energia.

O fortalecimento do pipeline da geradora de energia renovável ocorre em momento que antecede a retomada das obras do Complexo Eólico Alto Sertão III – Fase A, que possui 155 aerogeradores, distribuídos em 26 parques, localizados em seis municípios da Bahia. “A previsão é que este empreendimento entre em funcionamento em abril do ano que vem e terá capacidade de 432,7 MW, energia para abastecer quase 1 milhão de residências”, adianta Renato Amaral.

Renova Energia focará sua atuação na geração eólica e possui 5 GW em projetos

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São Paulo, setembro de 2021 – A fonte eólica possui 19,1 GW de capacidade instalada no Brasil e todo este volume abastece quase 29 milhões de residências por mês ou cerca de 86,4 milhões de pessoas. A geração eólica representa mais de 10% de toda energia injetada no Sistema Interligado Nacional (SIN) e as perspectivas para a indústria são otimistas.

“A previsão é que até 2024 o Brasil atinga capacidade instalada de 30,2 gigawatts por meio da geração eólica”, explica Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia. A empresa está ligada nesse crescimento e após a venda de ativos hídricos, anunciada recentemente, focará sua atuação nas fontes renováveis com destaque para a geração eólica. 

A estratégia da empresa é impulsionada pelo cenário atual da escassez hídrica que criou novas e excelentes oportunidades para ativos de geração renovável. Segundo Marcelo Milliet, CEO da Renova, em entrevista ao Canal Energia, a companhia focará sua atuação na geração de energia renovável, principalmente das fontes eólica e solar. “Temos mapeados projetos em termos de energia solar e um deles inclusive em Caetité, região que além de vento é rica em recursos solares. Além disso há sinergias. Alto Sertão III terá 430 MW mas a subestação que temos tem capacidade de escoamento de 1 GW, podemos agregar outros projetos na mesma subestação e ainda teremos nosso centro de operações”, disse o executivo ao veículo de comunicação. “Estamos olhando no entorno do NE onde há potencialidade de investimentos em solar, mas esse de Caetité deve ser o primeiro”, complementou.

A Renova prevê que, após a conclusão das vendas dos empreendimentos hídricos, terá em caixa entre R$ 230 milhões a R$ 250 milhões, montante que será destinado a acelerar o desenvolvimento de projetos eólicos e solares e para finalizar o complexo eólico Alto Sertão III, localizado no Sudoeste da Bahia, que atualmente encontra-se com quase 90% das obras concluídas.

Renova Energia inicia novo ciclo e possui projetos que juntos somam 5 GW de energia eólica

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São Paulo, setembro de 2021 – A Renova Energia, pioneira no Brasil na geração por fontes renováveis, anunciou recentemente a venda de sua participação na Brasil PCH por R$ 1,1 bilhão, além da comercialização da Espra pelo valor de R$ 265 milhões e ambas as operações evidenciam o início de um novo ciclo na empresa, fundamentado nos mais elevados padrões de governança corporativa. O plano de negócio da companhia envolve transações com os projetos que possui em carteira que juntos somam 5 GW de energia eólica, além de um competitivo “pipeline” solar. 

A estratégia da empresa é impulsionada pelo cenário atual da escassez hídrica que criou novas e excelentes oportunidades para ativos de geração renovável. Segundo Marcelo Milliet, CEO da Renova, em entrevista ao Canal Energia, a companhia focará sua atuação na geração de energia renovável, principalmente das fontes eólica e solar. “Temos mapeados projetos em termos de energia solar e um deles inclusive em Caetité, região que além de vento é rica em recursos solares. Além disso há sinergias. Alto Sertão III terá 430 MW mas a subestação que temos tem capacidade de escoamento de 1 GW, podemos agregar outros projetos na mesma subestação e ainda teremos nosso centro de operações”, disse o executivo ao veículo de comunicação. “Estamos olhando no entorno do NE onde há potencialidade de investimentos em solar, mas esse de Caetité deve ser o primeiro”, complementou.

A nova fase da Renova, após a venda de ativos hídricos (PCHS), envolve transações com seu pipeline de 5 GW de energia eólica, além da continuidade das obras do Alto Sertão III aliados a um modelo de governança corporativa sólido e fundamentado em transparência, equidade e responsabilidade empresarial. “O processo final das vendas dos ativos, previstos para o fim desse ano, permitirão que a Renova retome os investimentos e a partir de 2022 a companhia estará estruturada para atuar no mercado de forma mais competitiva”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia.

Após a venda dos ativos a empresa terá em caixa entre R$ 230 milhões a R$ 250 milhões, montante que será destinado a acelerar o desenvolvimento de projetos eólicos e solares e para finalizar o complexo eólico Alto Sertão III, localizado no Sudoeste da Bahia, que atualmente encontra-se com quase 90% das obras concluídas.

Nordeste sustenta abastecimento de eletricidade no País

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A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021

São Paulo, agosto de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no País. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.

Geração dos ventos torna-se aliada contra a crise de energia do País

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A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021

São Paulo, agosto de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no País. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.

Fonte eólica ganha confiança do mercado e torna-se aliada fundamental para o fornecimento energético do Brasil

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A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021

São Paulo, agosto de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no País. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.